Projeto Mais Bragança quer Mais Turismo
29 de Março de 2018 – 14:10 | Comentários desligados

Um grupo de 15 jornalistas especializados em turismo, nacionais e estrangeiros, passaram 3 dias em Bragança a convite da Associação Comercial local
No âmbito do projeto Mais Bragança, que tem como promotor a ACISB – Associação …

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Roteiros e Destinos

Património natural, património construído, cultura, tradições, gastronomia, muitas são as razões para visitar o nordeste transmontano. Uma região com um enorme potencial turístico que vale a pena explorar.

Gastronomia e Vinhos

A gastronomia nordestina é marcada por pratos fortes, carregados de sabor. As carnes de raças autóctones e certificadas dominam a mesa transmontana, onde não faltam os excelentes vinhos do Douro.

Cultura e Tradições

A região nordestina soube como poucas preservar a sua cultura e tradições: as festas tradicionais comunitárias, as comemorações dos solstícios, os caretos, os pauliteiros, são apenas alguns exemplos

Património Natural

Um verdadeiro santuário natural, com três espaços protegidos: o Parque Natural de Montesinho; o Parque Natural do Douro Internacional; e no coração do nordeste fica o Parque Natureza do Azibo.

Economia e Empresas

Numa zona essencialmente rural a economia assenta na agricultura de subsistência complementada com actividades que começam a ganhar dimensão: a pecuária, a produção de castanha e alguma indústria

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Centro de Arte Contemporânea de Bragança homenageia José Rodrigues

Enviado por em 11 de Outubro de 2011 – 15:16Comente

o-escultor-jose-rodrigues-58d3No próximo sábado, dia 15 de Outubro, o Centro de Arte Contemporânea Graça Morais (CACGM) inaugura a exposição “Travessias do desenho e da escultura” da autoria de um dos mais prestigiados artistas plásticos portugueses: José Rodrigues. O escultor é autor de uma extensa obra, desenvolvida entre os anos 60 e atualidade, nos domínios da escultura, da cerâmica, do desenho, da ilustração, da medalhística e da cenografia. Por ser maioritariamente conhecido pelas esculturas da sua autoria em variados espaços públicos, a nível nacional e internacional, o CACGM decidiu com esta exposição, em Bragança, prestar-lhe uma homenagem por considerar que há outras dimensões do seu trabalho que merecem ser mostradas, estudadas e debatidas. Esta exposição, segundo a comissária de exposição, Laura Castro “ao apresentar uma travessia do desenho produzido ao longo de décadas e ao pontuar, por esculturas, esse percurso, define um diálogo entre dois meios e dois modos de expressão que mutuamente se desafiam, interpelam e confirmam”. O artista foi um dos fundadores da cooperativa Árvore, ajudou a fundar a Bienal de Cerveira e foi autor, entre muitos outros trabalhos, do famoso cubo da Praça da Ribeira, no Porto. Nasceu em Luanda, há 71 anos. Veio para o Porto onde se formou em escultura pela Escola Superior de Belas Artes do Porto (ESBAP), nos anos 60. A organização desta exposição é da Cooperativa de Atividades Artísticas, CRL Árvore, da Câmara Municipal de Bragança e CACGM.

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