Feira de Artes, Ofícios e Sabores – Vimioso
18 de Dezembro de 2013 – 10:52 | Comentários desligados

O certame engloba várias vertentes, do Artesanato aos Produtos Regionais, incluindo o concurso de Doçaria da Castanha, mas também Atuações Musicais, Montaria ao Javali e Raid TT.

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Roteiros e Destinos

Património natural, património construído, cultura, tradições, gastronomia, muitas são as razões para visitar o nordeste transmontano. Uma região com um enorme potencial turístico que vale a pena explorar.

Gastronomia e Vinhos

A gastronomia nordestina é marcada por pratos fortes, carregados de sabor. As carnes de raças autóctones e certificadas dominam a mesa transmontana, onde não faltam os excelentes vinhos do Douro.

Cultura e Tradições

A região nordestina soube como poucas preservar a sua cultura e tradições: as festas tradicionais comunitárias, as comemorações dos solstícios, os caretos, os pauliteiros, são apenas alguns exemplos

Património Natural

Um verdadeiro santuário natural, com três espaços protegidos: o Parque Natural de Montesinho; o Parque Natural do Douro Internacional; e no coração do nordeste fica o Parque Natureza do Azibo.

Economia e Empresas

Numa zona essencialmente rural a economia assenta na agricultura de subsistência complementada com actividades que começam a ganhar dimensão: a pecuária, a produção de castanha e alguma indústria

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Castanha, um sector em expansão em Trás-os-Montes e Alto Douro

Enviado por em 31 de Outubro de 2011 – 16:24Comente

Castanheiros01O valor económico da castanha foi reiterado mais uma vez durante o IV Fórum Internacional de Países Produtores de Castanha que decorreu este fim-de-semana em Bragança. Este é um sector em expansão no distrito de Bragança e visto cada vez mais como uma oportunidade de negócio rentável. Por isso, a Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD) desenvolveu um projecto, RefCast, que poderá criar mais de 1.000 novos postos de trabalho na área da produção da castanha. A iniciativa conta já com mais de 28 parceiros e espera apenas a aprovação do Governo. O RefCast baseia-se essencialmente na produção e na transformação deste produto. Inicialmente, a proposta previa a plantação, até 2013, de cerca de 12.000 hectares de souto, o que beneficiaria alguns milhares de agricultores e permitiria gerar mais de 1.700 empregos. O objetivo agora é conseguir, com a ajuda do Estado, promover os investimentos junto dos pequenos agricultores e incentivar a plantação de soutos em Portugal no âmbito do Programa de Desenvolvimento Rural (PRODER). Contudo, a concretização do projeto tem estado à espera, desde 2008, de uma linha estratégica de apoio que até agora inda não chegou. Depois de terem recebido boas críticas por parte dos vários ministros da Agricultura e da Direção Regional de Agricultura e Pescas do Norte, os responsáveis pelo RefCast apresentaram o projeto ao secretário de Estado das Florestas e Desenvolvimento Rural, Daniel Campelo que ficou impressionado com a dimensão da iniciativa rural. José Gomes Laranjo, professor e investigador da UTAD, não tem dúvidas que a importância da aposta neste setor é clara. “É um produto que é muito valorizado e cuja procura supera a oferta”, pelo que o castanheiro é “uma fileira de oportunidade” para as zonas de montanha, garantiu o especialista que continua a acreditar na sustentabilidade do RefCast.

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