Projeto Mais Bragança quer Mais Turismo
29 de Março de 2018 – 14:10 | Comentários desligados

Um grupo de 15 jornalistas especializados em turismo, nacionais e estrangeiros, passaram 3 dias em Bragança a convite da Associação Comercial local
No âmbito do projeto Mais Bragança, que tem como promotor a ACISB – Associação …

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Roteiros e Destinos

Património natural, património construído, cultura, tradições, gastronomia, muitas são as razões para visitar o nordeste transmontano. Uma região com um enorme potencial turístico que vale a pena explorar.

Gastronomia e Vinhos

A gastronomia nordestina é marcada por pratos fortes, carregados de sabor. As carnes de raças autóctones e certificadas dominam a mesa transmontana, onde não faltam os excelentes vinhos do Douro.

Cultura e Tradições

A região nordestina soube como poucas preservar a sua cultura e tradições: as festas tradicionais comunitárias, as comemorações dos solstícios, os caretos, os pauliteiros, são apenas alguns exemplos

Património Natural

Um verdadeiro santuário natural, com três espaços protegidos: o Parque Natural de Montesinho; o Parque Natural do Douro Internacional; e no coração do nordeste fica o Parque Natureza do Azibo.

Economia e Empresas

Numa zona essencialmente rural a economia assenta na agricultura de subsistência complementada com actividades que começam a ganhar dimensão: a pecuária, a produção de castanha e alguma indústria

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Oliveiras de jardins de Mirandela dão mil litros de azeite

Enviado por em 15 de Dezembro de 2011 – 11:14Comente

azeitonas ramo 2As três mil oliveiras plantadas nos jardins de Mirandela, ruas e avenidas da cidade produzem anualmente cerca de mil litros de azeite, que é posteriormente embalado em garrafas de meio litro, com rótulo do município, e oferecido pela autarquia às individualidades que visitam o concelho e a participantes em diversos eventos promovidos pelo município.

Trata-se de uma iniciativa que permite promover o produto e o concelho.

Quem circula pela cidade, nesta altura do ano, pode ver os funcionários da câmara municipal em plena apanha da azeitona das oliveiras situadas nos jardins, ruas e avenidas. Nos separadores de divisão das faixas de rodagem de algumas vias de Mirandela também foram plantadas oliveiras, no entanto estas não contribuem para a produção de azeite, uma vez que têm que ser regularmente cortadas para permitirem uma visibilidade plena dos condutores.

“Temos cerca de duas a três mil oliveiras mas há muitas que não têm produção porque como estão em ambiente urbano são podadas para beneficiar mais o ambiente urbano do que a produção” referiu à Brigantia António Branco, vice-presidente do Município.

Em média, todos os anos o município consegue colher cerca de três toneladas de azeitona que resulta em cerca de mil litros de azeite. “Em anos normais apanhamos cerca de três mil quilos o que nos dá mil litros de azeite e é o que contamos ter este ano” adiantou António Branco. Após a apanha, a azeitona é transformada nos lagares da região. Posteriormente, este Azeite DOP (Denominação de Origem Protegida) é embalado em garrafas de meio litro com o rótulo do município, que são oferecidas pela autarquia às individualidades que visitam o concelho, bem como aos participantes em diversos eventos desenvolvidas pelo município. “Este azeite é embalado e normalmente faz parte das ofertas que a câmara entrega a entidades que nos visitam, em actividades e eventos usado em favor da promoção da cidade e do azeite” explicou.

Refira-se ainda que a CMM colocou placas nas diversas oliveiras que se encontram a embelezar a cidade, para identificar as diversas variedades cultivadas pela autarquia, nomeadamente a cobrançosa, a verdeal transmontana e a madural. Estas são, igualmente, as variedades produzidas pelos agricultores do Nordeste Transmontano, devido à composição dos solos da região.

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