Projeto Mais Bragança quer Mais Turismo
29 de Março de 2018 – 14:10 | Comentários desligados

Um grupo de 15 jornalistas especializados em turismo, nacionais e estrangeiros, passaram 3 dias em Bragança a convite da Associação Comercial local
No âmbito do projeto Mais Bragança, que tem como promotor a ACISB – Associação …

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Roteiros e Destinos

Património natural, património construído, cultura, tradições, gastronomia, muitas são as razões para visitar o nordeste transmontano. Uma região com um enorme potencial turístico que vale a pena explorar.

Gastronomia e Vinhos

A gastronomia nordestina é marcada por pratos fortes, carregados de sabor. As carnes de raças autóctones e certificadas dominam a mesa transmontana, onde não faltam os excelentes vinhos do Douro.

Cultura e Tradições

A região nordestina soube como poucas preservar a sua cultura e tradições: as festas tradicionais comunitárias, as comemorações dos solstícios, os caretos, os pauliteiros, são apenas alguns exemplos

Património Natural

Um verdadeiro santuário natural, com três espaços protegidos: o Parque Natural de Montesinho; o Parque Natural do Douro Internacional; e no coração do nordeste fica o Parque Natureza do Azibo.

Economia e Empresas

Numa zona essencialmente rural a economia assenta na agricultura de subsistência complementada com actividades que começam a ganhar dimensão: a pecuária, a produção de castanha e alguma indústria

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Projecto quer ajudar produtores transmontanos a venderem os seus produtos

Enviado por em 2 de Fevereiro de 2012 – 11:07Comente

hortaComercialização directa de produtos agrícolas. É este o objectivo do projecto PROVE – Promover e Vender – que pretende escoar os produtos locais e melhorar as relações de proximidade entre quem produz e quem consome.

O primeiro passo para a implementação do projecto na região foi dado em Macedo de Cavaleiros num seminário de divulgação e sensibilização. O técnico, José Sousa Guedes, explicou à Rádio Onde Livre em que consiste. “É uma metodologia de proximidade, de venda directa aos produtores. Meia dúzia de produtores juntam as suas produções e vendem directamente aos consumidores, em cabazes, em determinado local. E todas as semanas tem um compromisso de honra ao local pré-definido”, sublinha.

O preço é de 10€ por cabaz.

As vendas funcionam com parcerias e contacto directo entre produtor e consumidor final.

Alda Rosendo é produtora e refere que este projecto é uma forma de escoar os produtos locais e porque não há intermediário os produtos são mais baratos.

“Não somos agricultores a tempo inteiro mas temos excedentes nos quintais. É uma forma de escoar os produtos e de forma mais barata”, disse.

Isabel Cruz é consumidora, veio de Paços de Ferreira trazer o seu testemunho, e revela que são produtos de elevada qualidade e biológicos: “São produtos com outra qualidade e conseguem ter outra duração.”

O presidente da Desteque, Associação para o Desenvolvimento da Terra Quente, Duarte Moreno, considera que a venda directa dos produtos é uma mais-valia para a mesa dos consumidores.

O projecto PROVE – Promover e Vender – a dar os primeiros passos para ser implementado nos concelhos de Alfândega da Fé, Carrazeda de Ansiães, Macedo de Cavaleiros, Mirandela e Vila Flor.

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