Feira de Artes, Ofícios e Sabores – Vimioso
18 de Dezembro de 2013 – 10:52 | Comentários desligados

O certame engloba várias vertentes, do Artesanato aos Produtos Regionais, incluindo o concurso de Doçaria da Castanha, mas também Atuações Musicais, Montaria ao Javali e Raid TT.

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Roteiros e Destinos

Património natural, património construído, cultura, tradições, gastronomia, muitas são as razões para visitar o nordeste transmontano. Uma região com um enorme potencial turístico que vale a pena explorar.

Gastronomia e Vinhos

A gastronomia nordestina é marcada por pratos fortes, carregados de sabor. As carnes de raças autóctones e certificadas dominam a mesa transmontana, onde não faltam os excelentes vinhos do Douro.

Cultura e Tradições

A região nordestina soube como poucas preservar a sua cultura e tradições: as festas tradicionais comunitárias, as comemorações dos solstícios, os caretos, os pauliteiros, são apenas alguns exemplos

Património Natural

Um verdadeiro santuário natural, com três espaços protegidos: o Parque Natural de Montesinho; o Parque Natural do Douro Internacional; e no coração do nordeste fica o Parque Natureza do Azibo.

Economia e Empresas

Numa zona essencialmente rural a economia assenta na agricultura de subsistência complementada com actividades que começam a ganhar dimensão: a pecuária, a produção de castanha e alguma indústria

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Apicultura é alternativa de emprego para jovens

Enviado por em 6 de Março de 2012 – 11:28Comente

apiculturaA apicultura é uma alternativa rentável para os jovens desempregados que queiram criar o seu próprio emprego. Quem o diz é o presidente da Associação de Apicultores do Planalto Mirandês. Vítor Ferreira afirmou à Brigantia que os recursos naturais do Parque Douro Internacional estão a ser explorados pelos vizinhos espanhóis por falta de iniciativa dos produtores de mel do lado português. “Até ao momento a agricultura era feita por pessoas em part time e dedicavam-se exclusivamente à produção de mel. Neste momento, estamos a incentivar uma série de jovens a fazerem da apicultura o modo de vida e a rentabilizarem mais os produtos das colmeias, nomeadamente pólen, própolis, cera de abelha, licor de mel, sabonetes de azeite e mel”, realça Vítor Ferreira. Vítor Ferreira afirma que nos últimos dois anos tem havido um aumento do número de jovens a apostar no sector apícola, mas considera que ainda há espaço para a entrada de mais pessoas que queiram fazer da apicultura a sua profissão e contribuir para o aumento da produção de mel. O objectivo é ganhar escala no mercado e valorizar o produto. “Como é vendido a granel, quem vai tirar dividendos não somos nós, mas sim outros, porque o mel sai daqui a 2,5 euros e pode chegar ao mercado da Alemanha, da França, Países Nórdicos e vendem lá o quilo a 14, 15 euros. Nós é que temos o trabalho, levamos as picadas a produzi-lo e quem faz o transporte e o coloca no mercado é que está a ter o lucro”, acrescenta o presidente da Associação. Actualmente, a Associação do Planalto conta com 150 produtores associados, que têm uma produção a rondar as 150 toneladas/ano.

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