Feira de Artes, Ofícios e Sabores – Vimioso
18 de Dezembro de 2013 – 10:52 | Comentários desligados

O certame engloba várias vertentes, do Artesanato aos Produtos Regionais, incluindo o concurso de Doçaria da Castanha, mas também Atuações Musicais, Montaria ao Javali e Raid TT.

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Roteiros e Destinos

Património natural, património construído, cultura, tradições, gastronomia, muitas são as razões para visitar o nordeste transmontano. Uma região com um enorme potencial turístico que vale a pena explorar.

Gastronomia e Vinhos

A gastronomia nordestina é marcada por pratos fortes, carregados de sabor. As carnes de raças autóctones e certificadas dominam a mesa transmontana, onde não faltam os excelentes vinhos do Douro.

Cultura e Tradições

A região nordestina soube como poucas preservar a sua cultura e tradições: as festas tradicionais comunitárias, as comemorações dos solstícios, os caretos, os pauliteiros, são apenas alguns exemplos

Património Natural

Um verdadeiro santuário natural, com três espaços protegidos: o Parque Natural de Montesinho; o Parque Natural do Douro Internacional; e no coração do nordeste fica o Parque Natureza do Azibo.

Economia e Empresas

Numa zona essencialmente rural a economia assenta na agricultura de subsistência complementada com actividades que começam a ganhar dimensão: a pecuária, a produção de castanha e alguma indústria

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The Time Machine, de Edgar Martins, no Centro de Arte Contemporânea Graça Morais

Enviado por em 28 de Junho de 2012 – 9:57Comente

Edgar MartinsA exposição THE TIME MACHINE, de Edgar Martins, será inaugurada no próximo dia 30 de junho, sábado, pelas 18h00, no Centro de Arte Contemporânea Graça Morais, em Bragança.

Comissariada por João Pinharanda, a produção da mostra fotográfica é da responsabilidade da Fundação EDP e da Câmara Municipal de Bragança.

O trabalho de Edgar Martins (Évora, 1977) regista, de modo dominante, interiores de barragens (corredores, túneis e poços, maquinaria vária, salas das máquinas e salas de comando, quadros de controlo, ferramentas de trabalho, feixes de cabos, etc.) e acrescenta-lhes alguns momentos de disrupção, através de algumas escassas imagens dos canais ou lençóis de água que, no interior, alimentam toda a produção elétrica.

Ao pensar as opções de título para o seu trabalho, o artista, procurou encontrar sentido produtivo em The Time Machine e experimentou ainda o enriquecimento desse sentido num complemento de título para esta série como "An Incomplete and Semi-Objective Study of Hydropower Stations".

A primeira hipótese revela-nos a operação temporal a que estas fotografias procedem: "máquinas do tempo" são não só as máquinas das centrais hidroelétricas (seus acessórios tecnológicos e espaços arquitetónicos onde se inserem) são também as câmaras fotográficas com que regista e fixa o tempo das outras máquinas.

A segunda hipótese de título indica que estas fotografias (que aceitam o carácter sempre incompleto de qualquer levantamento) revelam um carácter "semi-objectivo", ou seja, que são pensadas como imagens estéticas e não como documentos históricos.

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