Feira de Artes, Ofícios e Sabores – Vimioso
18 de Dezembro de 2013 – 10:52 | Comentários desligados

O certame engloba várias vertentes, do Artesanato aos Produtos Regionais, incluindo o concurso de Doçaria da Castanha, mas também Atuações Musicais, Montaria ao Javali e Raid TT.

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Roteiros e Destinos

Património natural, património construído, cultura, tradições, gastronomia, muitas são as razões para visitar o nordeste transmontano. Uma região com um enorme potencial turístico que vale a pena explorar.

Gastronomia e Vinhos

A gastronomia nordestina é marcada por pratos fortes, carregados de sabor. As carnes de raças autóctones e certificadas dominam a mesa transmontana, onde não faltam os excelentes vinhos do Douro.

Cultura e Tradições

A região nordestina soube como poucas preservar a sua cultura e tradições: as festas tradicionais comunitárias, as comemorações dos solstícios, os caretos, os pauliteiros, são apenas alguns exemplos

Património Natural

Um verdadeiro santuário natural, com três espaços protegidos: o Parque Natural de Montesinho; o Parque Natural do Douro Internacional; e no coração do nordeste fica o Parque Natureza do Azibo.

Economia e Empresas

Numa zona essencialmente rural a economia assenta na agricultura de subsistência complementada com actividades que começam a ganhar dimensão: a pecuária, a produção de castanha e alguma indústria

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Vindimas no Douro dão trabalho a desempregados

Enviado por em 25 de Setembro de 2012 – 9:42Comente

vindimasHá muitos desempregados à procura de trabalho nas vindimas do Douro. Alguns nunca trabalharam no campo, mas dão tudo para ganhar dinheiro. Consequência: há menos imigrantes contratados.

José Carlos Fernandes, da Casa de Mateus, em Vila Real, não conseguiu dar resposta à "imensa quantidade de pessoas que foram à portaria pedir trabalho". Em 12 anos de casa, não se lembra de ter tanta procura e recorda ao JN que "o normal era andar à procura de mão de obra e não conseguir arranjá-la".

"O que não falta este ano é pessoal", diz Zito Santos, da Sociedade Vinho do Tua, que tem vindima para um mês. É corroborado por Pedro Guerreiro, da Sociedade dos Vinhos Borges, que já constatou a "menor dificuldade em arranjar trabalhadores comparativamente com outros anos".

Álvaro Martinho, da Quinta das Carvalhas, lembra-se de "querer pessoal e não o haver e de hoje ser abundante". "Já nem é preciso recorrer a imigrantes", torna Zito Santos, enquanto José Carlos Fernandes, que costumava ter búlgaros e romenos nas vindimas, não tem, este ano, nenhum.

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