Feira de Artes, Ofícios e Sabores – Vimioso
18 de Dezembro de 2013 – 10:52 | Comentários desligados

O certame engloba várias vertentes, do Artesanato aos Produtos Regionais, incluindo o concurso de Doçaria da Castanha, mas também Atuações Musicais, Montaria ao Javali e Raid TT.

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Roteiros e Destinos

Património natural, património construído, cultura, tradições, gastronomia, muitas são as razões para visitar o nordeste transmontano. Uma região com um enorme potencial turístico que vale a pena explorar.

Gastronomia e Vinhos

A gastronomia nordestina é marcada por pratos fortes, carregados de sabor. As carnes de raças autóctones e certificadas dominam a mesa transmontana, onde não faltam os excelentes vinhos do Douro.

Cultura e Tradições

A região nordestina soube como poucas preservar a sua cultura e tradições: as festas tradicionais comunitárias, as comemorações dos solstícios, os caretos, os pauliteiros, são apenas alguns exemplos

Património Natural

Um verdadeiro santuário natural, com três espaços protegidos: o Parque Natural de Montesinho; o Parque Natural do Douro Internacional; e no coração do nordeste fica o Parque Natureza do Azibo.

Economia e Empresas

Numa zona essencialmente rural a economia assenta na agricultura de subsistência complementada com actividades que começam a ganhar dimensão: a pecuária, a produção de castanha e alguma indústria

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"Cordeiro mirandês" à conquista de novos mercados

Enviado por em 13 de Novembro de 2012 – 9:34Comente

cordeiro mirandêsO cordeiro mirandês pode agora conquistar novos mercados. Até agora só era vendido em Portugal e Espanha, mas depois de ter conseguido o selo Denominação de Origem Protegida, a Associação de Criadores de Ovinos de Raça Churra Mirandesa pretende valorizar esta carne, avança a Brigantia.

O presidente da associação, Francisco Rodrigues, conta que a maioria dos animais eram vendidos para o país vizinho, onde até se fazia negócio com esta carne de qualidade.“A Espanha até aqui tinha uma carteira mais saudável do que a nossa e acabam por nos comprar o cordeiro e curioso os espanhóis compram aqui o cordeiro e exportam depois para outros países”, realça Francisco Rodrigues.

O objectivo agora é ganhar escala no mercado, aproveitando a chancela da certificação.“Estamos a tentar trabalhar em parceria com outras associações. Vamos ver se conseguimos levar isto a bom porto e se assim for temos uma vantagem em termos de comercialização, porque já temos uma mais-valia. Temos a qualidade na nossa mão e por isso vamos procurar o mercado de uma maneira diferente do que fazíamos até aqui”, realça o presidente da associação.Francisco Rodrigues espera agora que esta raça consiga mais apoios do Estado.“Os nossos criadores andam na casa dos 70 anos. A juventude quer pegar nisto, mas a burocracia não os deixa, têm problemas para se poderem instalar, mas acredito que com esta mais-valia da denominação de origem o Governo esteja atento e nos dê mais apoios do que até aqui”, salienta o responsável.

O efectivo adulto da raça churra mirandesa ronda os 7 mil animais. Anualmente são comercializados cerca de 8 mil cordeiros produzidos por 58 criadores nos concelhos de Miranda do Douro, Mogadouro, Vimioso e um em Vila Flor.

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